Simples como o ventoAventura em pensamento
Em ternura me reinvento
À simplicidade me atento.
Então modifico a natureza
Brinco com as riquezas da vida
Ao transformar cada novo medo em beleza
E curar cada nova despedida
Realizando intentos
Redescobrindo inventos
Reverberando condoimentos
Realizando contentamentos
Então reescrevo contos perdidos
Roteirizo incredulidades
Reconheço falhas críticas em minhas escrita
Disfarço em beleza minha triste realidade.
O que resta torna-se visível
Aos sábios olhos de cegos por opção
Com minha aquarela de palavras indescritíveis
Pinto verdades na face em versos e orações.
E deixo-me reconhecer apenas por minhas palavras...
Carlos Diego dos Santos Muniz
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Saudades, foi mal a demora. Bjos!
A paz de Jesus e o amor de Maria.
Bjos a todos.
D.
Já estava com saudade de vir aqui, de ler suas poesias... Bom é ver que nada mudou.
ResponderExcluirE esse trecho é lindo
"Então modifico a natureza
Brinco com as riquezas da vida
Ao transformar cada novo medo em beleza
E curar cada nova despedida"
Lindo!!!
Não podia ser diferente... Adorei!!
ResponderExcluirAiii..q linda Poesia Diego!! :D
ResponderExcluirSó se ver bem com o coração...o que é essencial é invisível aos olhos!! (O Pequeno Príncipe)...Pena que pouca pessoas têm essa capacidade :(...bjs
Essa superou! Já é a minha favorita, até o momento! Vou usá-la como mantra em 2014! Amei, amei, amei! Beijos de luz!
ResponderExcluirMaravilhosa poesia! Sabe que amos seus desfechos mas a segunda estrofe está perfeita! Parabéns meu amigo poeta!
ResponderExcluirMeu caro, suas aquarelas estão cada dia com cores mais vivas... parabéns!
ResponderExcluir"E deixo-me reconhecer apenas por minhas palavras..."