terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Aquarela

 Simples como o vento
 Aventura em pensamento
 Em ternura me reinvento
 À simplicidade me atento.

Então modifico a natureza
Brinco com as riquezas da vida
Ao transformar cada novo medo em beleza
E curar cada nova despedida

Realizando intentos
Redescobrindo inventos
Reverberando condoimentos
Realizando contentamentos

Então reescrevo contos perdidos
Roteirizo incredulidades
Reconheço falhas críticas em minhas escrita
Disfarço em beleza minha triste realidade.

O que resta torna-se visível
Aos sábios olhos de cegos por opção
Com minha aquarela de palavras indescritíveis
Pinto verdades na face em versos e orações.

E deixo-me reconhecer apenas por minhas palavras...

Carlos Diego dos Santos Muniz

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Saudades, foi mal a demora. Bjos!

A paz de Jesus e o amor de Maria.
Bjos a todos.
D.

6 comentários:

  1. Já estava com saudade de vir aqui, de ler suas poesias... Bom é ver que nada mudou.
    E esse trecho é lindo

    "Então modifico a natureza
    Brinco com as riquezas da vida
    Ao transformar cada novo medo em beleza
    E curar cada nova despedida"

    Lindo!!!

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  2. Aiii..q linda Poesia Diego!! :D
    Só se ver bem com o coração...o que é essencial é invisível aos olhos!! (O Pequeno Príncipe)...Pena que pouca pessoas têm essa capacidade :(...bjs

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  3. Essa superou! Já é a minha favorita, até o momento! Vou usá-la como mantra em 2014! Amei, amei, amei! Beijos de luz!

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  4. Maravilhosa poesia! Sabe que amos seus desfechos mas a segunda estrofe está perfeita! Parabéns meu amigo poeta!

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  5. Meu caro, suas aquarelas estão cada dia com cores mais vivas... parabéns!
    "E deixo-me reconhecer apenas por minhas palavras..."

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