ParedesSe fecham em desespero
Um termo
Um grito
Meu corpo inteiro
Em passeio sem freio
Discernido
Exaustão
Sofrido pelo excesso pouco
E a falta do muito
Há mais
do que posso enxergar
do que posso navegar
Mais do que mares
Mais do que pesares
Há o sufoco caótico
O desespero
E o calafrio tenso e vazio
Enquanto sinto o suor se esvair em frio
trêmulo, deixo-me inerte e esguio
e falta-me o básico
de tamanho arfar
falta-me tudo o que preciso
falta-me tudo,
sobra-me o ar.
Carlos Diego dos Santos Muniz.
Como sempre...
ResponderExcluirGrande mensagem!!!
Parabéns...
Faça do ar que te sobra um escudo e chame a água, chame a Terra, chame o Fogo e lute em busca do que te falta!!!
ResponderExcluirMais uma vez, lindo poema transparente!..
Te amo filho!!!
Cara,parabéns!!!!!!
ResponderExcluirA cada dia tenho mais orgulho de vc.
Linda mensagem.
Te amo!!!!
Desespero nunca! Devemos manter a calma para que possamos enxergar o que necessitamos.
ResponderExcluirBelíssima poesia, é possível até criar a imagem dessa pessoa. Bjs.
Diego, sou fã de sua poesia. A cada dia você me surpreende. Parabéns! Bjs, Yone
ResponderExcluirPor mais que venham o sufoco, desespero e calafrio, sabes que depois SEMPRE irá vir alívio, o descanso e a paz.
ResponderExcluirSeu coração é grande e lindo demais para ficar vazio. E o ar que sobras é do mesmo tamanho que o amor que tens.
As vezes gritar faz bem, aprendi isso aos 14 anos e até hoje tento me lembrar dessa terapia. Rs
Por fim, lindo poema! Rs =)
Beijos, beijos.
Noosa Diego, como sempre, linda poesia!!
ResponderExcluirIdentifiquei-me mto com essa poesia...
..Estou passando por essa fase de desespero..rs
Mas td tem seu tempo e seu pq...nada é perene!!
Bjs e Parabéns..adoro ler suas poesias!!!
É de deixar sem ar!
ResponderExcluirDivino! Parabéns!!!!
ResponderExcluirEu... desde q tudo aconteceu..
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