E quanto ao ser
Ele requer explicação
Ferido sem entonação
Esqueci-me de viver.
Deixei que o tempo viciasse
Que o infortúnio atemporal reiniciasse
E que bocas intrépidas resmungassem.
Foi quando o muito dito tornou-se o acaso
E o acaso se perdeu no descaso
Marcas foram refeitas em plágio
E plágios tornaram-se originalidades em atraso.
O dia-a-dia se interpolou com a irregularidade
Singularidades se tornaram vício irregular
O desconhecido se tornou realidade
E a realidade insistiu em conotar.
O sentimento deixou-se desencontrar
Momentos deixaram de se vivenciar
É assim, numa contrariedade invisível
Que cada ser se sente ao deixar de amar.
Carlos Diego dos Santos Muniz.
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Há 13 anos

Muito linda
ResponderExcluirLindo!
ResponderExcluirMuito linda, meus parabens!
ResponderExcluirVerdade!! Mas renunciar às vezes é preciso princip. qd os sentimentos não são recíproco...até mesmo por um grande amor!! Parabéns mais uma vez!! Bjs
ResponderExcluirConcordo com a Cátia. É difícil renunciar, muitas vezes lutamos contra isso, porém as vezes é o melhor ser feito. Mais uma vez palmas pra vc e pela última estrofe. Bjs.
ResponderExcluirSer sábio é fundamental! Lindo demais, amigo!
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