Fez de mim um clarãoNo escuro terminada uma imensidão
Quem era, não vi
Da incomensurável sofreguidão
Determinei uma afeição
Acalorado fascínio
Determinado e renovado
Num indeciso caminho inexplorado retornou
Olhou novamente a luz
E de mim fez nova face.
De sua marca um enlace
E marcou o que já não nasce.
Correu na imensidão
Recriou a mais incoerente emoção
Transcendeu em nuvens na contramão
Em contrapartida recapitulou nova dimensão
Em mim relembrou idades
Reintegrou identidades
Condicionou eternidades
E decifrou-me em inovação.
Fez-se vapor de nuvem indolor
Inigualável ser intangível em dulçor
Trajando vestes cingidas em clamor
E, retornando seu olhar, chorou.
Novamente distanciou
E tomou os braços para si
Tornou-me porta aberta para a alma
Devolveu-me toda a inércia da calma.
Singularizou meu momento
Recolocou em mim suas mãos
Deixou-se ir embora com o vento
Eternizou-se em presente ilustração.
Carlos Diego dos Santos Muniz.
Perfeita!..Linda demais!!!
ResponderExcluirRealmente sublime! Namastê, meu amigo, meu irmão de fé, Diego Muniz! Beijos de luz!
ResponderExcluirLindíssima
ResponderExcluirSublime mesmo é o seu dom. Fantástica!
ResponderExcluirParabééééns *;
Gostei de mais! Parabéns!
ResponderExcluirSou um pouco suspeito em comentar, adoro poesias, e as suas são ótimas.!
ResponderExcluirContinue escrevendo Di ... :)
Muito bonita! Amei. Vc escreve muito bem! Parabéns. Bjs.
ResponderExcluirMaravilhosa, encantadora, suas poesias sempre são surpreendentes. Parabéns!
ResponderExcluirQue saudade de você. Das suas poesias. De comentar em seu blog...
ResponderExcluirBelas palavras... muito boa!!!