Na PelejaAlmeja
Enseja
Desterro
Um aterro
O morto num enterro
Certa dor
No ardor
Cerra o punho
Credor
Devedor
Chora o escárnio desamor
Cala.
...silêncio.
Sente
Teme
Bate na alma.
Geme.
A dor clama piedade.
O peso sem idade.
Grita
Fere
Machuca, marca
Ríspida crueldade
A aguda dor se torna opaca
Teme.
...medo.
Dor
Apenas dor.
E o fim do que se instalou
No princípio que o encarnou.
Marca o passo que restou.
Nada
Por vezes nada.
Desencarnou em uma estrada.
Alma morta, madrugada.
No inferno faz morada...
Carlos Diego dos Santos Muniz
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Vai lá, briguem, me julguem, tamo junto, hehehe
Beijos, pessoas!
A paz de Jesus e o amor de Maria, sempre!
Deprê. Muito deprê. Não gostei mesmo não >.<
ResponderExcluirrsrsrs
Mas por incrivel que pareça esse trecho me chamou atenção:
"Nada
Por vezes nada.
Desencarnou em uma estrada.
Alma morta, madrugada.
No inferno faz morada..."
:)
ResponderExcluirMt sofrimento nesse poema.
ResponderExcluirmas gostei das palavras.
abraços!