O silêncioO ardor
Certos riscos esculpidos
Numa estátua de pudor
Ah, quem dera o tempo
Fosse em risco, em senso
Não marcas do vento
Nas linhas de pele do escultor...
"A cria de mim
Decerto sobrepõe o criador
Na pele dura e fria de mim
Escorre em marcas de tinta o rubor..."
Ah, quem dera a hora
Fosse da arte senhora
No imóvel âmago do ser criado, pois
Agora
O que restam são horas
Do silêncio, do ardor, da aurora.
"Dos riscos esculpidos
Do sensível eu invadido
Móbiles insanos dentro de um frio coração partido."
E o tempo corre
E o criador morre
A criatura eternamente é exibida, pois, ao fim
da galeria de sentimento carmesim...
Até que não haja mais o tempo...
Carlos Diego dos Santos Muniz.
-----------------------XXXXXXXXXXXXXXX---------------------------------
"Oh, nobre senhor de mim
Não deixe que me afaste da poesia"
A poesia é uma eterna nostalgia.
De mim o centro e as alegrias!
Desculpa a demora, pessoal! Adoro vcs!
A paz de Jesus e o amor de Maria, sempre!
Tô apaixonada ! Que poesia maravilhosa, parabéns
ResponderExcluiracho que o problema tava em mim, porque eu li de novo agora e achei beeem melhor. Devia ser o sono. rs
ResponderExcluirFiquei uns minutos tentando escolher a parte que mais gostei, mas nao consegui. Entao, ah vc ja sabe.
Eu adoro oq vc escreve. ;)
Até que não haja mais o tempo...
ResponderExcluir...mas ficará os momentos, os sentimentos, as boas lembranças!..
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirProfundo!
ResponderExcluirVontade enorme de ler o blog inteiro, mas como prometi um dia que não leria... ^^
Amigo poeta, linda poesia. Demorou, mas caprichou. Continue assim. Bjs.
ResponderExcluirMuito de mim!
ResponderExcluir