segunda-feira, 29 de julho de 2013

Fuga


Na fé comovido
Aturdido pensamento
Os olhos escondidos
Visto nos meus, se atrevendo

No medo, teu chamado
Minha ida, uma aventura
Tua presença inigualável
Intangível tua doçura.

No dia tua distância
Na noite tua presença
Aquilo que fora apenas nosso
Transformou-se, porém, em ausência.

E de tudo me recordo...

Teu olhar, teu falar
E teu toque, imaginar...
Teu beijar, teu abraçar
Teus sentidos aguçar...

Ser teu homem, ser teu rosto
teu compreendido pressuposto
Em tua vinda, tua ida
deveras arde como ferida.

A fuga nossa será nos dias
O tempo ilude como alento
Tripudiamos em nossa falta
Resgatamos sentimento

Na espera interminável
Guardo em mim tua memória
Acredito que nesta fuga
Residem as primeiras linhas de uma história...

Escrita a dois pares de mãos...

Carlos Diego dos Santos Muniz.

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Nada a acrescentar. Apenas isso.

A paz de Jesus e o amor de Maria, sempre!

bjos.

D.

5 comentários:

  1. Já sentia falta de tuas palavras, Di. Fico imaginando para quem deve ser tais versos e poemas. ha! Deve ser uma pessoa de sorte. :D

    'Fuga' se tornou um dos meus preferidos. Parabéns. =)

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  2. Adorei esse. Essa parte é tão melancólica, mas tão bonita de se ler...

    "E de tudo me recordo...

    Teu olhar, teu falar
    E teu toque, imaginar...
    Teu beijar, teu abraçar
    Teus sentidos aguçar..."

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  3. E precisa acrescentar? Ela já diz tudo. Ótima meu amigo poeta.

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  4. Identificação! Parabéns infinito, meu querido!Beijos de luz!

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  5. ..muito pra mim! Sem palavras...me emocionou.. parabéns! ! !

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