O nome de tudona imensidão do mundo
recriou meu ser.
Me refez desnudo.
A partir do ter
Eu não pude mais negar
Que o que outrora me foi dado
pôde então me confortar.
E as horas, tristes horas.
Falecidas palavras senhoras.
De mim um ser, de ti um estar.
Do meu pecador, o teu sonhar.
E as águas do meu torpor
águas vindas do criador
do meu eu imaginário
se encontravam então no amor.
O amor que eu já não tinha.
Da água que me perpassava.
Conforme o frio me consumia.
e na rua eu caminhava.
Pelas horas, tristes horas.
Minutos sem palavras, sem horas.
De mim um ser, de ti um olhar.
Da minha boca, o seu arfar.
E o meu fim, o teu início
teu passado, teu resquício.
Se fundiu em minha guia
Reencontrava, então, minha trilha.
E, no fim, as águas claras
desta chuva que me abraça
purificam minha alegria
modificam o que de mim restara...
...das horas, tristes horas.
Que eu passara chorando lá fora.
Onde o meu mundo desconstruíra como outrora.
E a ausência de mim fora embora.
Para nunca mais retornar...
Carlos Diego dos Santos Muniz.
Sem mais...
Além de tudo, escreve bem. Escrever é dom! :)
ResponderExcluirPoema lindo!
ResponderExcluirEntro sempre no mundo das suas palavras... É uma viagem fantástica,indescritível! Beijos de luz e que Deus abençoe muito esse seu dom!
ResponderExcluirNão fazia ideia que você escrevia tão bem assim. Muito bom! De fato deu pra sentir cada verso. Parabéns.
ResponderExcluirMuito boa a poesia! parabéns!
ResponderExcluirSinto-me honrada e feliz em ter alguém que escreve tão bem por perto.
ResponderExcluirA poesia é linda. Você deveria divulgar mais, sabia?!
Parabéns!!!!
;D
Gostei Di, e concordo com a Karine.. em divulgar mais, no FB por exemplo
ResponderExcluirLindo! Tá de parabéns, gostei muito. Você vai longe !!!
ResponderExcluirNah... quero comentar não... eu fico sem palavras lendo essas coisas...
ResponderExcluirVc é um poeta!!!! Muito lindo!!!!
ResponderExcluirÓtimo poema, mas gostei mais do outro que comentei.
ResponderExcluirAproveito a deixa um trecho que vi e vale a pena ser divulgado:
"Rosas são vermelhas
Violetas são vermelhas
Tudo é vermelho nessa merda."
Acho que o autor era um tal de Scott Summers, mas não tenho certeza.
aushaushauhsauhasuhsauhsau, MORTO COM O OYA!
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirMaravilhoso, como tudo que leio por aqui, sempre que você me convida educadamente para ler! UHAWUHAEWUHAEWUHAEWUEAHWUAHWEUAWHEAUWHAUHEAUHWE
ResponderExcluirMaravilhoso, como sempre...
ResponderExcluirLindo, parabéns pela inspiração... filhão.
ResponderExcluirThere is a lot of power in this one. You need more power. the words seem to impact much interest.
ResponderExcluirIsso mesmo... Para nunca mais voltar!
ResponderExcluirLindo. Continue.
Meu amado amigo poeta.