
Uma luz me mostrou
o céu e o infinito.
Nos momentos do meu dia
um sorriso foi escondido.
E eu corri junto às estrelas.
Mergulhei por sobre o céu.
No claro âmago de meu berço infinito
sonhei asas de papel.
E voei...
O céu por sobre o céu
opaco estava quando o invadi.
Pus adornos, contas de estrelas.
Sua face negra pude colorir.
E eu nadei junto às estrelas.
Mergulhei por todo o céu.
Na profunda cripta de meu sentimento obtuso
Vi emoções criadas em pincel.
E chorei...
E eu voltei então ao solo.
Mergulhei em meus lençóis.
De volta ao aconchego de meu berço infinito
pude ouvir, do céu, a voz.
Chamava-me de volta.
Magnetismo entorpecente.
Minhas asas se fizeram marcas
De um futuro incoerente.
Abertos os olhos, vi estrelas.
Regressei ao meu lugar.
Despi-me das asas de papel;
já podia, sem ajuda, voar.
Segurei na mão de meu pai.
Meu ímã, meu Deus, que disse:
"Ouviste meu chamado, meu filho.
Amor maior que o meu não existe."
"E, ao lado de meu pai, eternamente senti a paz..."
Carlos Diego dos Santos Muniz.
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Pra clarear os dias.
Beijos grandes e afáveis em todos.
A paz de Jesus e o amor de Maria, sempre!
Diego.
Lindo demais! \0/
ResponderExcluirCada vez melhor ;)
ResponderExcluirMuito bem...
ResponderExcluirGostei muito.
Meus parabéns. Seu estro e sua musicalidade estão melhorando a cada poema. Grande abraço!
ResponderExcluirMuito lindo
ResponderExcluirMas gnt, ficou lindo o poema Diego
ResponderExcluirmt bom!
Muito Lindo Mesmo...
ResponderExcluirAchei muito coincidente o uso da palavra firmamento, já que eu tinha usado há tão recente! hahaha Maravilhoso. Acho que a imagem casou bastante. A imagem deu origem ao poema ou é só personificação?
ResponderExcluirMuito bonita! Parabéns! ;) <3
ResponderExcluir(:
ResponderExcluirFiquei literalmente emocionada, amigo!Voei sem asas! Muito orgulho de você!
ResponderExcluirSerei redundante, mas realmente é lindo. Cada rima, cada versinho... cara, incrivel mesmo!!!
ResponderExcluirLegal o poema, Carlão! ;)
ResponderExcluirEla me fez lembrar daquela canção, Aquarela.
Abçs
Voei também, que linda viagem. Acho que deviar publicar. Meu amigo poeta.
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