
É um dia
uma tarde
uma hora
um verso minuto
Do universo
nosso verso
nossa carta
nossa arma
escrita toda ela em prosa
dita em tua boca sem palavra
Fazer de ti meu verbo
conjugar-te sem perdão
De ti um nosso verso decerto
é repleto do teu afeto
preenchido com meu gesto
todo em forma de canção
de verso a canção
da manhã à tarde, então
Do sentimento amor
de verbos os minutos versos são.
E tu és minhas horas em verbos
de ações conjugadas com os corpos em fervor
e o prazer temporário se faz eterno
num minuto verbal de prosa em amor.
Carlos Diego dos Santos Muniz
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Tento tempo, tanto tempo...
Taí, gostei.
ResponderExcluirNão sei se li com muita êxtase (como meus professores de literatura me ensinavam), ou se realmente tem muito sentimento, muita 'verdade' nas palavras. A única coisa que sei é qué é lindo o poema.
Como tantos outros que já li por aqui.
Mas não sou muito de comentar os posts, não sou muito de aparecer no blog das pessoas. rs
Imagino que esteja sem tempo, mas não deixe de aparecer por aqui e atualizar, viu? rs
Beijos.
Olá Carlos Diego, peguei um de seus textos e o coloquei em meu blog como já deve ter visto pois me identifiquei e gostei dele, me desculpe, se não gostou posso retirá-lo. Outra coisa somos parentes ou nossos nomes quase idênticos são mera coincidência?
ResponderExcluirAi está meu e-mail: diego_simpllyy@hotmail.com
Um grande abraço, Diego Muniz.
esse é muito amorzinho, bem agarradinho. rs
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