Eu vistoDispo
E em minha marca eu insisto
Não há guardas nos portões
E nos portos da vida a guarda me avisa
que eu dispo e visto a máscara da brisa
E minha invisível face se faz vento em ferida.
Minha face feita de marcas
E as cicatrizes feitas de farpas
das minhas raras palavras tão caras
que foram esquecidas como poeira em seco chão
E troco minha margem de expressão
de cada segundo numa fração
E de troco levo o sopro
do vento que refaz então meu rosto
E minha regra se faz excessão.
Carlos Diego dos Santos Muniz.
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Desculpe a demora.
By the way- feliz ano novo.
Tá Mara!!! *-*
ResponderExcluirFicou ótimo *-*
ResponderExcluirMenino, não sabia que voce escrevia tão bem! Adorei mesmo, ficou muito bom =)
ResponderExcluirmuito lindo.... mostrei pra uma amiga e ela amou.
ResponderExcluirMUUUUUUUUITO BOM =D
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