
Eram as cinzas da semana
o pouco que restara
que da saudade se dissipara
E o resto do dia pôs-se, então, a viver
A amargura então se instala
A tristeza então cessara
Por si só a saudade já falava
A queria apascentar-se na alegria do ser
Eram as cinzas dos segundos
Da magia que se dissipara
Do relogio que já não pára
E das idas e vindas em busca de crer
O baú repleto de restos
em fragmentos de tempos indigestos
Estava salvo em terra macia e clara
Pois suas horas nenhum homem poderia ver
Nos minutos os segundos
Deste tempo que cessou
Seu baú já enterrara
Por sob a terra esconde o não sofrer
Havia uma nova caixa rara
Para ofuturo que então restara
E as bhoras que esperara
A fizeram então entender
Que as cinzas do tempo que derramara
Que as horas que chorara
Eram justas provações
Para que grande pudesse vir a ser.
Carlos Diego dos Santos Muniz.
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Voltei a minha antiga mania de poesia com pouca ou nenhuma rima. Espero que ainda agrade. Desde o ano passado que nada escrevia assim. Espero que apreciem.
Beijos a todos.
Vou virar assassino de sentimentos...
ResponderExcluirA "saudade" já ta me dando nos nervos... ¬¬
ahuahuaa
Adorei esse!
Não sei... tem um ar exótico, mais ameno.
Muito bom!
Muito bom!!!
ResponderExcluirProvações são as estrelinhas de luz que cultivamos através dos nossos encontros e desencontros pela vida, na fantástica viagem que nossa alma faz pela felicidade ilimitada.
ResponderExcluirIdentifiquei - me muito com este, amigo!Feérico!
é.. dizem que a esperança é a última que morre...
ResponderExcluir:)
gostei moço. Poesia sem rima imã dos corações...
ResponderExcluirCada palavra vibra faz sentir o mundo ...
''Que as cinzas do tempo que derramara
ResponderExcluirQue as horas que chorara
Eram justas provações
Para que grande pudesse vir a ser.''
a mais pura verdade