Na opaca partePrazer narrado em arte
Despudorada tentação
Ancorada imensidão
toca-te
toca-me
Comovendo-te na pele
Imerge
Insere
E transfere o que me falta em tese
No prazer
No gemer
No ato despudorado de se ter
Há o que falta
E sobra
Em teu corpo meu corpo se desdobra
E no prazer, amor...
II- Fatos
O carinho, a candura
A imensidão na água que corre em ternura
No teu corpo o laço
Na sutileza em que lavamos nosso abraço
Em teu carinho me refaço
Em teu sorriso me retrato
Vivendo nosso amor em fatos
Deixando água correr em nosso espaço
E a paz transpassando nosso relato
De um amor consumado em dois atos...
Carlos Diego dos Santos Muniz.
Excelente Diego. Você é um matemático da poesia. Em outras palavras, você calcula bem as palavras a serem escritas ou ditas e chegam a um resultado correto. Parabéns !
ResponderExcluirConcordo com o Rodrigo. Sabes calcular as palavras tão certinhas que ao final sempre acerta a equação. Parabéns amigo poeta. Bjs.
ResponderExcluirO que é isso, hein, amigo?! Você está cada dia mais genial! Operação livro já, eu apoio!
ResponderExcluirBeijos de luz e boas vibrações sempre!
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ResponderExcluirSabe quando somente um palavrão define? Estou me sentindo exatamente assim. hahahha
ResponderExcluirnem quero comentar sobre esta poesia...
;)
Essa poesia expressa a definição do amor..simples assim!! Parabéns!!
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