Antes repetições
Filmes
Miragens
Tudo que se pôde ver
Tudo o que não se quis ter
Eram dias secos
Eram dias vazios
Uma outra perspectiva em versões
de poesias e versos mau escritos.
Então certos momentos
de instantes os alentos
Nossos sonhos, sentimentos
Se criam num instante
Onde sequer se aguarda, se espera
onde a tristeza no dia impera.
Eram dias secos
Eram dias vazios
Um dia após o outro em versões
de versos e dias mau escritos.
Um último dia incompleto
No qual um primeiro coração se preenche
Um dia divertido, ainda vazio
Fecha a imensidão escura do frio.
Eram dias secos
Eram dias vazios
Um dia após o outro em versões
de dias e atos mau escritos.
Uma noite, uma manhã uma tarde
um sítio, uma festa, uma cama
Uma brincadeira, uma barca, um ônibus
Eram as nuvens com a chuva e a chama.
Umedeciam os dias secos.
Deram esperança a dias vazios.
Um após o outro em versões
do duas noites em pensamentos bem escritos.
Uma frase, duas vírgulas, reticências
Um telefonema, meia hora, a madrugada
Preocupação, medo, determinação
A certeza na incerteza do sim.
Dias já não secos.
Dias já não vazios.
Um dia após o outro em versões
De um roteiro finalmente bem redigido.
Uma rodoviária, um cinema, um corredor.
Um beijo, um pedido, um amor.
O início dos dias do escritor.
O início dos dias do professor.
O início dos dias dos nós.
Um mês, três meses, sete meses.
Um noivado, uma viagem, o choro.
A saudade, o retorno, doze meses.
E os dias se tornam meses...
E os meses se tornam anos...
Antes repetições
Filmes
Miragens
Depois tudo o que se esperava.
As linhas do tempo nos dias.
Dos dias se fizeram histórias.
Os sorrisos na tela da linha
do tempo que se guarda da memória.
Dias ainda não vividos
Dias que ainda virão
Um após o outro en versões
de páginasdo romance no qual hoje habito.
...
Carlos Diego dos Santos Muniz.
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Obrigado pelos meus Dias. Obrigado pelo meu sonho. Obrigado pelo meu presente.
Feliz aniversário, que Deus te abençoe em todos os dias de nossas vidas.
Eu te amo, mais do que tudo.
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Este poema é uma obra inacabada. A condução dele se deve a Deus e somente a ele. Que ele possa sempre ser a base que sustenta tudo aquilo de mais belo em nossos dias. Obrigado por todos os dias, meu Deus!
Diego Muniz.
Ouvindo:http://www.youtube.com/watch?v=_EK454EUN5Q&feature=fvst
Querido amigo poeta, temos dias assim, concordo com o que disse no final, este só depende de Deus. Linda! Mas tem estrofes q precisam ser corrigidas, na estrofe oito no último verso, Um após o outro em versões do duas noites... Não seria de duas noites. Na última estrofe, o em saiu en, e páginas do romance está tudo junto. Mas esses detalhes não interferem na beleza da poesia. Por isso todo escritor tem um revisor. Bjs.
ResponderExcluirUau! Fantástico, Diego! Essa estrofe em questão fez meu corpo estremecer:
ResponderExcluir"Uma rodoviária, um cinema, um corredor.
Um beijo, um pedido, um amor.
O início dos dias do escritor.
O início dos dias do professor.
O início dos dias dos nós."
Adorei muito!